sexta-feira, 27 de abril de 2012

DESENHOS feitos do trabalho de Carybé

Conhecer estes desenhos é uma experiência e tanto. Publicamos na esperança que muito mais pessoas vejam algo tão importante da cultura brasileira.

Por Léia Queiroz


Carybé foi pintor, ilustrador, gravador, desenhista, ceramista, escultor e muralista, pesquisador, historiador e jornalista. Argentino, Carybé veio para o Brasil em 1919, ainda menino, morar no Rio de Janeiro.


Luiz Manni (9°D)


Mariléia Torres (9°D)

Bicho da nossa terra - Cobras

Das cobras venenosas encontradas no Brasil, são as corais que têm o veneno mais letal, mas apesar disso provocam apenas 1% dos acidentes ofídicos. A liderança nessa estatística macabra pertence às jararacas (80% dos casos de picadas), porém cabe a cascavel, que não é agressiva, pois costuma fugir quando é percebida, a liderança entre as maiores matadoras, mesmo participando com apenas 8% no cômputo geral dos acidentados, porque o seu veneno causa graves problemas renais.

Por Ilca Yasmin e Talissa Lopes


Corais

São cobras de pequeno porte, facilmente reconhecidas por seu colorido vivo, mas não apresentam o comportamento de ataque.

Há corais VENENOSAS e não-peçonhentas, mas o reconhecimento é difícil podendo ser realizado pelo exame minucioso dos anéis. As peçonhentas de forma geral possuem anéis completos em volta do corpo e as não-peçonhentas possuem anéis apenas na parte dorsal, o ventre não possui os anéis característicos.

As cobras-coral existem na América do Sul, América Central e sul dos Estados Unidos da América.

A cobra coral é tão peçonhenta quanto uma naja. A peçonha atinge o sistema nervoso, causando dormência na área da picada, problemas respiratórios, caimento das pálpebras e pode matar a pessoa adulta em poucas horas.

As presas das cobras-coral são pequenas. Os acidentes ocorrem com pessoas que não tomam as devidas precauções ao transitar pelos locais que possuem serpentes.

A cobra coral tem hábito noturno e vive sob folhas, galhos, pedras, buracos, ou dentro de troncos em decomposição. Para se defender, geralmente levanta a sua cauda, enganando o ameaçador com sua forte coloração, e este pensando que é a cabeça da cobra, foge para não ser atacado.

As atividades diurnas estão ligadas às buscas para reprodução e a maior necessidade de aquecimento que as fêmeas grávidas apresentam. Após o acasalamento a fêmea posta de 3 a 18 ovos, que em condições propícias irão abrir após uns 90 dias. Dada a capacidade de armazenar os espermas do macho, a fêmea pode realizar várias posturas antes de uma nova cópula.


Jararacas

A jararaca é o bicho mais comum aqui no Brasil, ocorrendo desde Salvador/BA até o Rio Grande do Sul, podendo alcançar mais de 1m de comprimento. Vive em campos, bosques e, sobretudo campos cultivados, onde existe grande número de roedores, que constituem sua alimentação.

É  muito perigosa, mas geralmente foge assim que avistada. A jararaca possui desenhos que lhe proporcionam uma excelente camuflagem, sendo difícil a visualização do animal, mesmo para olhos experientes.


Cascavéis

As cascavéis são perigosas, mas não agressivas, fugindo rapidamente quando avistadas. Possui um chocalho na extremidade da cauda, facilitando seu reconhecimento. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o número de anéis no chocalho da cascavel, não representa sua idade. Cada vez que o animal muda de pele, o que ocorre de 2 a 4 vezes por ano, ele acrescenta um novo anel no chocalho.

Diferente de seus parentes na América do Norte, que possuem em seus venenos propriedades proteolíticas (necrosantes), a nossa Cascavel possui veneno neurotóxico (que atua no sistema nervoso), fazendo com que a vítima tenha dificuldades de locomoção e respiração.

Ela pode ser descrita como uma cobra grossa de cabeça pequena, podendo alcançar 1,5m, em média. Sua cor é pardo-escura, tendo no dorso uma série de losangos que se alternam com outros dispositivos lateralmente. Vive preferentemente em áreas pedregosas e abertas dos campos e regiões secas - evitando as florestas - e apesar de ser muito comum nas regiões Nordeste e Centro-Oeste, não é encontrada no litoral nem na Amazônia. Seu ciclo reprodutivo ocorre no período que vai de novembro a fevereiro, e em cada um deles nascem entre 16 e 24 filhotes. Como são animais vivíparos, seus filhos nascem já inteiramente desenvolvidos, venenosos e capazes de iniciar uma vida inteiramente independente.

A cascavel tem hábito crespuscular e noturno e alimenta-se de pequenos roedores.

Vale a pena assistir - A invenção de Hugo Cabret

Por Graziela Correa

Um dos grandes sucessos que estreou no cinema este ano é "A invenção de Hugo Cabret", com direção de Martin Scorsese e 5 Oscar's. O filme conta a história de Hugo Cabret, um órfão de 12 anos, que vive escondido em uma estação de trem, onde cuida da manutenção de gigantescos relógios. Usando peças de brinquedos que ele furta de uma loja da estação, o menino tenta consertar um autômato, única lembrança que herdou do pai, para desvendar um enigma. Porém, ele é descoberto pelo dono da loja e pela curiosa Isabelle. A história se passa nos anos 30, na França, e faz referência a fatos reais como a Exposição Mundial de Paris (1931), o acidente da estação de trem de Montparnasse (1895) e, sobretudo, à obra de George Méliès, e de outros mestres do cinema como Charles Chaplin, Buster Keaton, Jean Renoir e François Truffaut.

Quem o assistir vai se encantar e se prender às descobertas e aventuras vividas por Hugo e Isabelle. O filme tem indicação livre para todas as idades.

LI E RECOMENDO - O DIÁRIO DE NINA

Por Natasha Lima

Emprestei o livro da escola.

Ele retrata a história de Nina, uma menina soviética, nos momentos em que o povo soviético vivia sobre o terror stalinista.

Mas é, mais, um livro sobre os limites do ser humano. Nina acaba contando a micro história, mas não somente a de seu país, também a da sua vida.

Nina é uma garota incomum, mas ao mesmo tempo tão normal! Para se ter uma ideia, ela passa boa parte do tempo falando sobre garotos, como se comportam, etc. Ela se apaixona muito rápido!

Eu teria desistido do livro se ele fosse só isso, mas não é. A personagem do livro é complexa. Ela não aceita a posição da mulher na sociedade da época. Ela tinha sede de saber, era uma pessoa com sonhos. Só que para agradar os amigos (principalmente as meninas), acaba se comportando de um jeito diferente do seu verdadeiro "eu".

Aos 13 anos, Nina não deixava de aproveitar a sua adolescência, mas já se mostrava uma garota inteligente e madura, e impressionava a todos pela maneira rápida de entender tudo o que ocorria.

O problema é que o terror era em Moscou, cidade onde morava com seus pais. Nina ao ver os bombardeios começa a se desesperar, então como uma forma de proteção e desabafo resolve escrever um diário sobre tudo o que seu povo sofreu durante 5 anos (1932-1937) no domínio de Stalin.

Seu diário não era uma forma de protesto e sim uma maneira de buscar ajuda dentro de si mesma.

E eu que pensava que este tipo de sofrimento só acontecesse em filmes e novelas, descobri neste livro que isto também ocorre na vida real, com pessoas desconhecidas, mas guerreiras, capazes de sobreviver, apesar de toda crueldade de uma guerra.

Um livro fantástico capaz de prender e emocionar qualquer leitor.

Bom Bocado - BRIGADEIRO DE COLHER

Por Yolanda Andrade

Ingredientes
  • 1 lata de leite condensado
  • 4 colheres (sopa) de chocolate ou achocolatado em pó
  • 1 caixinha de creme de leite

Modo de preparo
  • Coloque todos os ingredientes na panela, exceto o creme de leite, e misture bem.
  • Deixe cozinhar em fogo baixo por aproximadamente 10 minutos ou até que solte do fundo da panela.
  • Mexa sempre com a ajuda de uma colher de pau.
  • Adicione, então, o creme de leite e deixe esfriar um pouco.
  • Distribua em copinhos.
  • Coloque um pouco na geladeira antes de comer.

Elizabeth Savala se apresenta em Iperó


Bairro Alvorada ganha linha de ônibus até Sorocaba


A partir do dia 02 de maio, quarta-feira, a Rápido Luxo Campinas disponibilizará uma linha de ônibus que fará o trajeto entre o bairro e a cidade de Sorocaba.
Para melhorar o acesso dos ônibus todo o entorno do local recebeu cascalhamento.
A princípio serão disponibilizados ônibus de segunda a sábado, a fim de atender aos munícipes que necessitam do meio de transporte para chegar até o trabalho. Os horários vigentes ocorrerão em caráter experimental e podem ser alterados, reduzidos ou ampliados conforme a demanda de usuários.


Horários vigentes:

Alvorada - Sorocaba (de 2a. a 6a. feira): 06:05 - 07:05 - 13:15
Sorocaba - Alvorada (de 2a. a 6a. feira): 13:30 - 17:15 - 18:15

Sábado:
Alvorada - Sorocaba: 06:45 e 11:45
Sorocaba - Alvorada: 12:40 e 16:20